Sol para Todos

Sol para todos surge da vontade de levar energia solar para locais que precisam economizar com energia e não podem. Essa iniciativa deve soar como um convite para que pessoas, empresas e ongs possam ajudar, junto com a SolarOn.

Cada instalação realizada pela SolarOn ajuda (ajudou) nessa iniciativa. Acreditamos que, juntos, podemos construir um futuro melhor, com um clima melhor e energias sustentáveis, para as futuras gerações.

Pare para pensar, o Sol é para TODOS!

Escola Tia Percília - Babilônia | RJ

No dia 15 de dezembro de 2018, junto com a ONG Revolusolar e a Voltalia,instalou 12 painéis solares no telhado da Escolinha Tia Percília, localizada na comunidade da Babilônia, Zona Sul do Rio de Janeiro. A instalação, doada pela SolarOn, vai gerar, em média 6.000 kwh ao ano, o que representa 65% do consumo da escola. 

“A Escolinha Tia Percília atende crianças das comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira em horários do contraturno, oferecendo atividades extras à grade escolar normal sem cobrar nada por isso, mantendo-se apenas de doações. A escola chegou a atender 180 crianças em seu melhor momento, porém devido à perda de apoios que garantem seu funcionamento, atende hoje apenas 30 crianças 2 vezes por semana. Com o novo sistema de energia solar espera-se uma economia de R$ 5 mil ao ano e isso representa cerca de R$ 125 mil ao longo da vida útil do equipamento. O dinheiro será revertido em atividades educativas e pedagógicas.”

Assim, a SolarOn iniciou sua caminhada para tornar o Sol de Todos.

APAE - Búzios | rj

Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, é um Movimento que se destaca no país pelo seu pioneirismo. Nascida no Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro de 1954, na ocasião da chegada ao Brasil de Beatrice Bemis, procedente dos Estados Unidos, membro do corpo diplomático norteamericano e mãe de uma portadora de Síndrome de Down. No seu país, já havia participado da fundação de mais de duzentas e cinqüenta associações de pais e amigos; e admirava-se por não existir no Brasil, algo assim. 

Motivados por aquela cidadã, um grupo, congregando pais, amigos, professores e médicos de excepcionais, fundou a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE do Brasil. A primeira reunião do Conselho Deliberativo ocorreu em março de 1955, na sede da Sociedade de Pestalozzi do Brasil. 

De 1954 a 1962, surgiram outras APAEs. No final de 1962, doze das dezesseis existentes, nessa época, encontraram-se, em São Paulo, para a realização da primeira reunião nacional de dirigentes apaeanos, presidida pelo medico psiquiatra Dr. Stanislau Krynsky. Participaram as de Caixias do Sul, Curitiba, Jundiaí, Muriaé, Natal, Porto Alegre, São Leopoldo, São Paulo, Londrina, Rio de Janeiro, Recife e Volta Redonda. Pela primeira vez no Brasil, discutia-se a questão da pessoa portadora de deficiência com um grupo de famílias que trazia para o movimento suas experiências como pais de deficientes e, em alguns casos, também como técnicos na área.

Em 1964, o Mal. Castelo Branco, presidente do Brasil, apoiou a iniciativa para a aquisição de um prédio. Construiu-se então, no terreno onde hoje se localiza a atual sede do Rio de Janeiro. Com a aquisição da sede própria a Federação foi transferida para Brasília. Adotou-se como símbolo a figura de uma flor ladeada por duas mãos em perfil, desniveladas, uma em posição de amparo e a outra de proteção.
A Federação, a exemplo de uma APAE, se caracteriza por ser uma sociedade civil, filantrópica, de caráter cultural, assistencial e educacional com duração indeterminada, congregando como filiadas as APAEs e outras entidades congêneres, tendo sede e fórum em Brasília –DF.

 

O Movimento logo se expandiu para outras capitais e depois para o interior dos Estados. Hoje, decorridos cinqüenta e dois anos, são cerca de duas mil, espalhadas pelo Brasil. É o maior movimento filantrópico do Brasil e do mundo, na área.

 

Texto extraído do Manual PAIS E DIRIGENTES – uma parceria eficiente.

A instalação de Energia Solar na APAE de Búzios, Rio de janeiro, foi uma ação conjunta da SolarOn com a Renovigi.
A instalação vai gerar, em média, 5.338kW/ano e uma economia de R$400,00 por mês.